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23 abril, 2004

O TIRA GOSTO - PARTE II

Tudo corria tranqüilo quando eis q ela surge... a Dona Barata.


Tava todo mundo conversando e de repente a minha mãe apareceu correndo pela sala de jantar. Pela cara dela eu já sabia do q se tratava: uma barata. Ela confirmou minhas suspeitas e se espremeu contra uma parede parecendo q tava sendo encurralada por um leão faminto.



Tava na cara q aquilo era um trabalho para os três machos da casa. Tínhamos q proteger as cinco donzelas em perigo e o pequenino Pedro Arthur. O Mauricio tava na cena do crime e veio nos chamar para “ver” a barata. Eu e o Leo munidos de muita coragem - típica de um Maioli legitimo, mas q digamos, faltou por um momento no Mauricio - fomos em busca da celebridade q roubou a festa. As damas vieram todas atrás de nós para assistirem o momento de bravura q se seguia. Em meio de gritos de desespero, Eu, Leo e Mauricio travamos uma busca entre as imensas cortinas da sala as quais serviam de esconderijo para a nossa inimiga.



De repente um vulto surge e o Mauricio – q leva uma considerável vantagem na altura em relação a mim e ao Leo – pode avistar a barata por cima dos trilhos da cortina. Isso tb foi suficiente pra q ele saísse correndo pra oura sala. Foi então q eu tive a brilhante idéia de jogar repelente para mosquitos na barata. Tendo minha atitude posta em duvida eu declarei: “pelo menos ela não vai ser picada por mosquitos”.



A louca da Daniela fechou a porta de vidro e ficou junto com Doña Laura, Doña Aninha e Doña Bruna nos assistindo através do vidro. A única a acompanhar a batalha de perto foi a Doña Laís q, talvez pra ter certeza de q não tava sendo enganada, quis ficar junto do seu Leo Dom Quixote.



Vasculhamos por horas cada quilometro de cetim das cortinas e enfim tivemos a primeira pista da terrível malfeitora.



- Olha ela lá!!!! – bradei eu com o fundo dos meus pulmões.


- Aonde??? – disse Leo logo em seguida deferindo o seu primeiro golpe sobre a barata.



Constatando q o golpe não teve sucesso Leo disse q a barata tinha corrido pra outra cortina. Mas tudo era um embuste, um truque da envernizada para ganhar tempo, pois logo vi a sanguinolenta criatura se esgueirando pela mesma cortina de antes e assim se seguiam os momentos finais da batalha.



- Leo, lá está ela!!! – disse eu já tomado por tamanho cansaço q me abatia.



Saindo de debaixo do sofá, Leo com um só golpe esmagou a criatura das trevas.



Nós voltamos para a sala de jantar como heróis.



E todos viveram felizes para sempre.



(continua)

1 Comments:

Anonymous Anônimo said...

[aninha]
Gustavo, a narrativa da noite do tira gosto está perfeita, nem eu que estava na cena do crime lembrava de tantos detalhes, principalmente os detalhes do quase não acontecido, assassinato da Dona Barata, acho que titio Mauricio precisa ler essa hitória ...

30/04/2004 11:15

12:05 AM  

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